Duplas que atravessam bastidores, campanhas e palco e ajudam a transformar roupa em imagem de época. Foto: Reprodução
Todo designer tem uma musa para chamar de sua, – e seu papel não é ficar como pedestal mas ser um portal de referências. São elas que afinam o foco do criador, dão corpo para uma ideia e viram régua de uma época. Essa troca pode nascer no bastidor e atravessar décadas, pode explodir no palco e transformar uma imagem em símbolo pop. E, quando não é isso, vira aposta, mentoria, amizade de fitting, da noite e das passarelas, costurando uma cena inteira.
As histórias abaixo seguem esse fio: quando a roupa não aparece sozinha, ela embala personagem, contexto e imagem. É isso que gruda na memória. Ou não é?
Marc Jacobs e Sofia Coppola
Sofia virou referência estética para Marc nos anos 1990, ao aparecer cada vez mais nos desfiles e campanhas. Termômetro sensível do humor das coleções, ela uniu cinema, literatura e minimalismo e ainda ganhou uma bolsa com seu nome em homenagem.
Calvin Klein e Kate Moss

Gianni Versace e Donatella

Azzedine Alaïa e Grace Jones

Jean Paul Gaultier e Madonna

Alexander McQueen e Isabella Blow
Isabella descobriu McQueen no início da carreira e virou mentora, musa e embaixadora das coleções. Usava as peças como manifesto e ajudou a projetar o estilista na cena britânica.
Geanine Marques e Alexandre Herchcovitch
Geanine virou rosto fixo dos desfiles de Herchcovitch desde os anos 1990 e acompanhou marcos da carreira do estilista. A parceria somava amizade, música, fitting e passarelas que definiram uma era.
Maria Stella Splendore e Dener

Elke Maravilha e Walério Araújo

Elsa Peretti do Halston



